SELENA
O feitiço que selava a cela era antigo, mas os antigos sempre subestimam as novas gerações.
Selena esperou a lua subir, esperou Maelis baixar a guarda e as velhas magas se recolherem.
E então, com a respiração firme e os dedos trêmulos de raiva contida, ela quebrou o selo de contenção.
Não com força.
Com precisão.
Fez o que nenhuma outra havia ousado fazer: usou o próprio vínculo como arma.
Sussurrou o nome dele.
Não em voz alta.
Mas com a essência.
Rurik.
As runas arderam. As paredes ge