O silêncio entre as árvores não era paz.
Era expectativa.
Selena andava devagar, os pés descalços afundando na terra úmida, sentindo cada raiz, cada galho como parte de algo maior.
Algo vivo.
Algo atento.
Ela sabia que ele estava por perto.
Não porque o ouvia — mas porque o sentia.
O vínculo entre eles era uma corda invisível, esticada até o limite.
Qualquer passo em falso… e quebraria.
Ou se romperia em fogo.
— Vai continuar me seguindo? — ela perguntou, sem virar o rosto.
A resposta veio em s