Selena correu.
Não com o corpo, mas com a alma.
O círculo de contenção era antigo, desenhado em três camadas de terra, osso e prata.
Ela não passava por ali desde a última vez em que Cael sangrou por ela.
Agora, ele estava de volta. E ela precisava encará-lo.
O ar do bosque estava carregado — pesado com lembranças que não lhe pertenciam mais.
Mas o corpo… o corpo ainda reagia.
Ao ver a figura de Cael emergindo da névoa, o ventre dela apertou.
Lembranças do toque, do comando, da entrega.
Ele era