Selena despertou no chão frio da cripta, a testa colada à pedra rúnica coberta de musgo. Sua pele estava suada, o peito arfando, como se tivesse corrido por horas dentro do próprio corpo.
Ao lado, Rurik dormia mal. Suor escorria por sua nuca, os dedos se contraíam em espasmos involuntários. Ele murmurava algo numa língua que ela não conhecia — ou talvez já tivesse conhecido, em outra vida.
O Elo pulsava entre eles como uma corrente elétrica viva, quente, impiedosa.
Ela tentou se levantar, mas a