A Matriarca estalou os dedos sobre a tigela de prata.
O sangue ferveu.
As imagens que se formavam na superfície tremulavam, mas estavam ali: Selena e Rurik, unidos por uma magia que jamais deveria existir. Uma conexão que fazia o próprio Véu se contorcer.
— Isso não é apenas um erro — ela murmurou. — É uma afronta ao equilíbrio.
Ao redor da câmara ancestral, as bruxas mais antigas mantinham-se em silêncio. Nenhuma ousava contrariá-la, mas todas sentiam o que ela sentia: medo. Não do casal — mas