— Eu perguntei quem é você. — A voz de Rurik cortou o ar. Baixa, mas afiada como lâmina embebida em prata.
O estranho parou a poucos passos da borda do círculo partido. O templo, antes apenas antigo, agora parecia podre. Como se o tempo tivesse desmoronado com a chegada dele.
— Um nome é um contrato — disse o homem, olhando apenas para Selena. — E você já me nomeou uma vez, Senhora do Véu. No passado em que me traiu.
Rurik se moveu. Rápido. Um borrão de fúria e instinto.
A muralha invisível ent