Zoe está aérea depois do primeiro orgasmo da noite, os olhos semicerrados, os lábios entreabertos, o peito subindo e descendo como se estivesse tentando voltar ao próprio corpo. Mas eu ainda não saí de entre suas pernas. Meu rosto continua ali, entregando lambidas suaves, lentas, quase torturantes. Cada movimento da minha língua faz seu corpo tremer, contrair.
Meu lobo se agita, faminto por mais — mais dela, mais do seu gosto, mais dos seus gemidos. A ideia de levá-la de novo à beira do abismo,