Alex coloca as mãos no meu pescoço, firme, possessivo, me prendendo ali como sua. Seu toque é exigente, mas nunca cruel. É a força de quem conhece cada centímetro do meu corpo e sabe exatamente até onde pode ir. E, Deusa… ele sabe.
Sou dele. Inteira.
Me mantenho ali, sem conseguir me mover, sem querer sair. Refém do prazer. Refém dele.
Do calor.
Das chamas que explodem dentro de mim.
Do desejo que escorre pelas minhas pernas.
Das marcas que não param de esquentar como se gritassem por ele.
— Pr