— Deixa comigo. Vai se transformar.
— Sério? Vai lavar a louça como despedida?
— Como prova de amor — ele pisca, e eu rio.
— Poético.
— Realista. Vai logo, minha lobinha. Tá na hora de voltarmos.
Saio da cabana com um sorriso no rosto. A brisa da manhã bate suave na minha pele, ainda quente do banho. O céu está limpo, algumas nuvens se esticam como fios de algodão no azul pálido. O cheiro da floresta é fresco, úmido, familiar. A madeira da cabana atrás de mim ainda exala o calor das nossas últi