O céu estava mais baixo naquela manhã.
As nuvens grossas e imóveis pareciam pressionar o mundo para dentro de si. O ar carregava algo denso — não era só um prenúncio de chuva. Era energia. Selvagem. Instável. Como se a floresta estivesse tentando conter o que prestes a emergir.
E foi quando eu senti.
Não com os olhos. Nem com os ouvidos. Foi um arrepio pela espinha. Um calor súbito no peito. Um sussurro dentro de mim dizendo: está começando.
— É a mamãe — sussurrei, sem pensar.
Alex virou para