O silêncio depois do FISP era diferente de qualquer outro.
Não era o tipo de silêncio vazio, morto. Era um silêncio cheio — preenchido por vozes que ainda ecoavam na memória, risos que pareciam ter ficado pendurados nos galhos das árvores e luzes que, mesmo apagadas, insistiam em brilhar dentro da gente.
A lua ainda estava no céu, meio preguiçosa, meio cúmplice, filtrando sua luz pelas frestas da janela do nosso quarto.
Zoe estava com os pés no meu colo, completamente à vontade, os cabelos solt