O som da água caindo era forte, como um rugido ancestral que se misturava ao vento gélido da manhã. A névoa da cachoeira se erguia como véu, escondendo o mundo sob uma cortina densa e fria. Aurora, com os cabelos presos e o coração batendo acelerado, caminhava pela trilha estreita até o local onde Agnes pediu para encontrá-la.
A mensagem havia sido clara:
“Preciso conversar com você. Me encontre na cachoeira. Quero pedir perdão.”
Aurora ficou surpresa. Desde a última vez que se encararam, A