Onde a Morte Tem Voz
Na noite seguinte ao Conselho, dormi pouco.
Não era cansaço.
Era presságio.
Selyra se contorcia sob minha pele, como se algo — ou alguém — a chamasse de volta para um lugar onde jurava nunca mais voltar.
O pergaminho com a marca da serpente repousava sobre a mesa.
Mas era como se queimasse, como se vibrasse com uma energia que não pertencia a este tempo.
Nem a este mundo.
Marco passou a noite à porta do meu quarto.
Não entrou.
Mas vigiou.
Seu cheiro no ar era protetor…
e in