🌑 Capítulo 31

Onde a Morte Tem Voz

Na noite seguinte ao Conselho, dormi pouco.

Não era cansaço.

Era presságio.

Selyra se contorcia sob minha pele, como se algo — ou alguém — a chamasse de volta para um lugar onde jurava nunca mais voltar.

O pergaminho com a marca da serpente repousava sobre a mesa.

Mas era como se queimasse, como se vibrasse com uma energia que não pertencia a este tempo.

Nem a este mundo.

Marco passou a noite à porta do meu quarto.

Não entrou.

Mas vigiou.

Seu cheiro no ar era protetor…

e in
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