Ecos da Primeira Lua
O sol ainda nĂŁo havia nascido quando despertei.
O céu lå fora era de um azul profundo, tingido por nuvens carregadas como véus de luto. A mansão dormia, mas eu não.
Algo dentro de mim havia mudado.
E nĂŁo apenas meu corpo, ainda marcado pelo toque de dois alfas.
Marco dormia ao meu lado. Seu braço pesado envolvia minha cintura como se ainda me guardasse do mundo. Rafael repousava sobre a poltrona ao canto do quarto, apenas com uma manta cobrindo parte do corpo nu, a expressã