O Lobo Sem Nome
A brisa cortava a floresta como uma voz sussurrada.
Estava amanhecendo, mas o céu se mantinha opaco, como se o sol hesitasse em nascer.
Meu corpo ainda sentia os ecos da visão, da presença da Rainha, da dor e do poder.
O chão sob meus pés parecia vibrar.
Selyra estava inquieta.
Mas nĂŁo por medo.
Por algo que ela ainda nĂŁo nomeava.
Algo que vinha se aproximando⊠passo a passo.
Andei em silĂȘncio, tentando reconhecer o caminho de volta para a mansĂŁo, mas percebi rĂĄpido que havia me