A Marca do Alfa
Voltamos Ă mansĂŁo com o corpo ainda sujo da floresta, sangue de criatura nos cabelos e o peso da batalha ecoando entre ossos e silĂȘncios. Mas o que mais doĂa⊠era a pergunta.
Por que Marco me rejeitou?
A pergunta antiga, latente, que nunca cicatrizava, agora doĂa de outro jeito. Porque depois do que eu vivi naquela clareira, depois do que senti com Selyra⊠sabia que a rejeição nĂŁo foi escolha.
Foi comando.
E comandos tĂȘm origem.
â Ele era meu par â murmurei, de pĂ© em frente Ă la