Ecos de Verdades e Promessas Roubadas
A madrugada parecia sussurrar atravĂ©s das frestas da mansĂŁo. A floresta, imĂłvel, assistia ao silĂȘncio que seguia o furacĂŁo que havĂamos sido. Nossos corpos ainda entrelaçados sobre os lençóis bagunçados, quentes, marcados pelo suor, pelo desejo e pelas verdades que finalmente haviam escapado pelas rachaduras da nossa resistĂȘncia.
Marco estava deitado ao meu lado, os olhos voltados para o teto como se carregassem o peso de constelaçÔes extintas. Um homem e u