— Eu chamo ela. Mas ela está encrencada! — Lalinha disse, abrindo o portão.
Natan, curioso, entrou. Parou na porta da sala, nostálgico. A casa era exatamente como a sua no passado: simples, com a pintura gasta e uma atmosfera de vida humilde. Lalinha correu até o banheiro, bateu na porta e gritou:
— Tataaaa, seu amigo tá te chamando!
Ela voltou com o pudim em um prato, sentou-se no sofá surrado e ofereceu:
— Você quer um pedacinho? Eu divido. Não sou mesquinha. Entra, senta aqui. Não tem televi