Capítulo 37 — Apolo

A madrugada se estendia como uma linha torta no horizonte de São Paulo. O prédio estava em silêncio, mas o escritório ainda tinha as luzes acesas. Apolo não conseguia ir embora.

Os papéis continuavam espalhados sobre a mesa, as palavras do manuscrito abertas como feridas que não cicatrizavam. Ele passava os olhos pelas frases, mas não lia — apenas revivia cada uma. As cenas pareciam pulsar com a voz dela. Cada linha era um fragmento do que ele destruiu.

O celular vibrou.

Um som comum, banal. Ma
Continue lendo este livro gratuitamente
Digitalize o código para baixar o App
Explore e leia boas novelas gratuitamente
Acesso gratuito a um vasto número de boas novelas no aplicativo BueNovela. Baixe os livros que você gosta e leia em qualquer lugar e a qualquer hora.
Leia livros gratuitamente no aplicativo
Digitalize o código para ler no App