O sol já despontava alto no dia seguinte quando o som da batida na porta me fez levantar da cadeira onde estava sentada, perdida nos meus próprios pensamentos. Olhei pela janela e vi Lucas, de capacete nas mãos, com um sorriso de canto de boca que parecia ser o prelúdio de algo inesperado.
— Oi — ele disse, com aquele tom de quem estava prestes a puxar uma conversa casual. — Você não está muito ocupada, né?
Eu não sabia bem o que esperar, mas antes que eu pudesse responder, ele continuou:
— Est