A chuva da madrugada deixou marcas sutis pela fazenda. Não foram poças profundas nem lama pesada, mas um brilho novo sobre a terra, como se tudo tivesse sido polido com cuidado. O cheiro de chão molhado persistia no ar quando Isabella acordou, trazendo com ele uma calma que não sentia havia meses.
Ela ficou alguns instantes deitada, a mão repousando sobre o ventre, num gesto que já começava a se tornar hábito. Não esperava resposta, não esperava sinal algum — ainda assim, sentia-se acompanhada.