Isabella estava parada a alguns metros, com as mãos ainda sujas de farinha da cozinha, o olhar fixo nele.
— Eu ouvi o barulho e pensei... — começou ela, caminhando devagar até o curral — Pensei que fosse encontrar uma bagunça, mas... você conseguiu sozinho.
Rafael se ergueu, limpando o suor da testa com a manga da camisa.
— Não sei se foi sorte ou se finalmente aprendi alguma coisa.
Ela parou diante dele, avaliando a cerca improvisada. Tocou a corda, testou a firmeza e assentiu, quase sorri