Os dias seguintes à tempestade pareciam um presente.
O sol voltara a brilhar com doçura, sem o calor excessivo dos verões duros, e a fazenda respirava um ritmo novo — mais leve, quase sereno. O cheiro de terra úmida ainda persistia no ar, misturado ao das flores silvestres que teimavam em nascer às margens do caminho.
Isabella caminhava descalça pelo quintal, sentindo a grama fria sob os pés, enquanto o vento bagunçava seus cabelos. Desde a chuva, algo dentro dela havia mudado. Não era ap