A fazenda acordou em festa naquele domingo. Não era barulho nem excesso — era outra coisa, mais profunda. Uma vibração mansa, como se a terra soubesse que celebraria algo que ultrapassava datas e rituais. O céu estava limpo, azul aberto, e o vento corria leve entre as árvores, espalhando o cheiro de bolo assando e café fresco.
Isabella abriu o guarda-roupa antigo do quarto ainda cedo. Demorou alguns segundos antes de tocar na caixa de madeira guardada na prateleira mais alta. Quando a puxou, o