Narrado Por Zaiden Marevick
O sangue secou no meu rosto como uma maldição.
Ainda o sentia — não pela dor, mas pela humilhação.
O gosto metálico misturado ao perfume dela.
Zalea.
Aquela maldita garota que eu criei para ser minha ruína.
As paredes do meu quarto pareciam apertar, cúmplices do meu descontrole.
As cortinas dançavam ao vento como fantasmas zombeteiros, e o espelho — ah, o espelho — refletia não apenas meu rosto, mas o abismo que se formava atrás dos meus olhos.
Ela me desafiou.
Com o