A mão de Eran permanecia estendida diante dela — firme, aberta, esperando.
Kael estava ao lado, com os olhos fixos em Lyria. A expressão dele era dura, mas escondia um medo que ele não admitiria nem sob tortura.
O chão tremia como se o próprio mundo estivesse segurando a respiração.
Lyria olhou para uma mão.
Depois para a outra.
E o pensamento que atravessou a mente dela foi simples:
Se eu escolher errado, eu morro.
Se eu escolher certo… talvez eu viva.
Ela engoliu seco.
E tocou a mão de Eran.