A luz azul se fechou ao redor de Lyria como um casulo. O ar parecia pesado demais para respirar. Cada parte do corpo parecia puxada para trás, como se algo tentasse arrancá-la do trajeto.
— Não solta minha mão — Eran disse, a voz firme dentro do caos. — Se soltar, a fenda te rasga no meio.
Lyria apertou com toda força.
O turbilhão de luz engoliu tudo — até que, de repente, cessou.
Os pés dela tocaram chão firme.
Mas definitivamente não era o chão da fortaleza.
Era… outro lugar.
Um campo de pedr