A fortaleza inteira vibrava como se algo enorme estivesse batendo do lado de fora. Pedras caíam do teto, o chão tremia em ondas. Guardas corriam nos corredores, todos armados com lanças de luz.
Lyria sentia o medalhão pulsar tão forte que chegava a doer.
Kael segurou o braço dela.
— Não solta minha mão — ele disse. — Não importa o que você veja.
Ela engoliu em seco.
— Não vai adiantar, né?
— Não — Kael respondeu. — Mas talvez a gente pareça mais forte se ficar juntos.
Eles seguiram pelos corred