O céu parecia respirar em tons escarlates quando a segunda lua começou a crescer. Era uma coloração estranha, como se o próprio céu tivesse sido manchado por lembranças esquecidas. A cidade de Silvermoor, apesar de vibrante e reconstruída, parecia sentir a aproximação de algo ancestral, algo que mesmo os mais antigos não ousavam nomear em voz alta.
Nos salões do conselho, Lia estudava mapas antigos, velhos grimórios e os registros dos Vördr. Ao seu lado, Etan escrevia canções com os símbolos an