17. Mariana, a amiga.
A noite caiu lentamente sobre a cidade, tingindo os prédios de um azul profundo. Do lado de fora da janela, as luzes dos apartamentos acendiam uma a uma, como estrelas surgindo timidamente no céu urbano.
Isabela jogou-se no colchão com os sapatos ainda nos pés. O dia havia sido longo — intenso — e, ao mesmo tempo, recompensador. A tradução do relatório, a conversa com Rafael, o reconhecimento silencioso… tudo parecia um sonho que ainda não ousava interpretar por completo.
Na penumbra do quart