A limusine deslizou pelo portão de uma fortaleza de pedra clara, iluminada como um museu. Dentro, Isla sentia o vestido preto, escolhido por Clara, como uma armadura.
Ezra ofereceu o braço. Um gesto de protocolo. Ela o aceitou, seus dedos frios sobre o tecido. Seu calor era uma queimadura.
"Lembre-se," ele sussurrou, como se partilhasse um segredo doce. "Sua performance será avaliada. E da avaliação depende o que você quer."
Kai. A palavra existir ecoou. Ela endireitou os ombros, deixando uma m