O sino da mansão tocou no início da tarde. Eu estava no quarto, olhando para o teto, quando ouvi vozes lá embaixo. Uma voz que eu conhecia bem.
Meu pai.
Desci as escadas devagar, o coração pesado. Ele estava na sala, sentado no sofá de couro, tomando champanhe como se estivesse numa festa. Clark ao lado, o sorriso falso colado no rosto.
— Iza! — meu pai se levantou, os braços abertos. — Minha filha!
Não correspondi ao abraço.
— O que você quer?
Ele riu, sem graça.
— Quero ver você. Quero