Isla não ficou parada.
A imagem da padaria fechada e o fantasma do toque de Ezra em seu cabelo não a deixavam respirar. Ela se levantou da cadeira, suas pernas ainda trêmulas, mas movidas por um impulso novo: a necessidade de ação. De desobediência.
Ela saiu do escritório. Os corredores do andar executivo eram longos, silenciosos e brancos demais. O salto de seus sapatos caros ecoou no mármore como tiros isolados. Sua respiração era curta, presa no peito.
Os poucos assistentes que cruzavam seu