O edifício da Atlas Corporation era um monólito de vidro e aço. Trinta andares de poder. Trinta andares de segredos.
Eu estava no vigésimo quinto, na sala da coordenadora financeira. A mesa era de mogno. O computador era novo. A vista era de tirar o fôlego.
E eu me sentia uma impostora.
— Senhora Atlas? — Uma secretária entrou, os braços cheios de pastas. — Estes são os relatórios do último trimestre. O senhor Clark pediu que você revisasse tudo até amanhã.
— Tudo?
— Tudo.
Ela saiu. Fiquei olhan