12. entre sangue e esperança
Emilly
Abri os olhos devagar, tudo parecia girar ao meu redor enquanto eu encarava o teto. A parte de trás da minha cabeça latejava e eu ouvia a voz da minha mãe em algum lugar. Virei a cabeça devagar, vendo alguns cacos de um vaso de cerâmica que minha mãe tinha em um aparador ali.
Foi isso que ela usou para me bater?
— Você demorou, devia ter vindo mais depressa — ela reclamou — venha, ela está aqui.
— Eu vim o mais rápido que pude — uma voz masculina respondeu.
Eu voltei a fechar os olhos,