Francis
Cíllian parou o carro já no campus, observando o movimento dos estudantes caminhando animados por ali.
Pela primeira vez eu não me sentia confortável com a situação. Aquele não era o meu domínio. Eu não estava no controle daquele espaço, eu sequer sabia onde encontra-la.
— Quer que eu a traga até o carro, Frank? — Cillian se virou para mim.
— Nao. Ela não pode se sentir ameaçada. Não agora — eu neguei — descubra onde ela está.
Cillian acenou com a cabeça, saindo do carro em seguida.