Um “Eu te amo”.
Eros parou na porta, observando em silêncio. O peito apertou de alívio e desejo. Caminhou devagar até ela e, quando ela virou, ele a envolveu com firmeza nos braços, segurando-a contra o próprio corpo.
— Eu te amo… — sussurrou perto do ouvido dela, pela segunda vez.
Ela congelou por um instante, o sorriso sumindo aos poucos. Não disse nada. Apenas apoiou o rosto em seu peito.
— Eu entendo… — completou ele, acariciando os cabelos dela. — Você não precisa responder. Só quero que saiba.