CAMILA NOGUEIRA
O sol de sábado invadiu o quarto, dissipando qualquer resquício da madrugada intensa e maravilhosa.
Acordei me sentindo estranhamente revigorada, apesar das poucas horas de sono. Arthur já estava de pé, terminando de abotoar uma camisa social branca, impecável como sempre, embora fosse fim de semana.
— Trabalhar no sábado deveria ser crime — resmunguei, espreguiçando-me na cama bagunçada.
Arthur se virou, terminando de ajustar o relógio no pulso.
— O crime compensa, minha rainha