O sol da manhã entrava timidamente pela janela da sala, tingindo os móveis com uma luz dourada que parecia prometer um novo começo. Helena despertou com a sensação de serenidade que há muito não experimentava. A viagem tinha sido mais do que uma pausa; fora um respiro necessário para ela, Eduardo, Clara e Henrique. O ar parecia menos pesado, e o mundo, por ora, menos hostil.
Na cozinha, o aroma do café fresco preenchia o ambiente. Eduardo estava de pé, com os braços cruzados, observando Helena