Depois de um banho relaxante, voltei ao quarto das crianças. Dormiam profundamente, cada um no seu mundo: Bruno com a boca entreaberta e Breno com a mão fechada em punho, como se segurasse algo invisível. Aproximei-me em silêncio e depositei um beijo suave na testa de cada um. O aroma adocicado da infância, misturado ao aconchego dos lençóis, trouxe uma paz difícil de descrever.
O corpo pedia descanso, então caminhei até meu quarto. Deitei e deixei o colchão me engolir por inteiro, quase cedend