No nosso apartamento, seria o último lugar que a polícia procuraria por Tae-ho.
E foi exatamente por isso que Eun-woo a trouxe para cá.
Ela despertou um dia após chegar.
Os olhos ainda pesavam pela medicação, mas, assim que se deu conta de onde estava, tentou se levantar da cama com um misto de susto e indignação.
— Eu preciso sair daqui — disse, a voz fraca, mas determinada.
Me aproximei e segurei suavemente seu ombro, forçando-a a se recostar no travesseiro.
— A polícia está à sua procura, Tae