Ao entrar no táxi, Bok-hee começou a chorar silenciosamente. Suas mãos tremiam enquanto segurava a alça da bolsa, e seus olhos se perderam no reflexo escuro da janela, onde apenas as luzes de Seul cortavam o breu da noite.
Perante as pessoas, ela sorria. Fazia-se elegante, controlada, segura — como sempre fora desde jovem. Mas por dentro, sentia-se despedaçada. O desaparecimento repentino de Bong, seu antigo amor, agora seu amante secreto, era como um corte aberto que não parava de sangrar.
Havi