O nome não saiu da minha cabeça.
Nem por um segundo.
Não porque eu duvidasse.
Mas porque, quanto mais eu pensava, mais tudo encaixava de um jeito… desconfortavelmente perfeito.
Acesso.
Tempo.
Discrição.
Confiança.
Era alguém que não precisava agir diretamente.
Porque já estava dentro.
Sempre esteve.
— A gente precisa ver isso ao vivo — Arthur disse.
— Não.
Ele virou o rosto na minha direção.
— Não?
— Ainda não.
— Por quê?
Inclinei levemente a cabeça.
— Porque se a gente for direto…
Pausa.
— Ele