O nome ainda ecoava na minha cabeça.
Não pelo impacto imediato.
Mas pelo que ele representava.
Continuidade.
Acesso.
Confiança.
E, acima de tudo…
Invisibilidade.
Arthur ainda estava em silêncio.
Mas não era dúvida.
Era reorganização.
— A gente precisa confirmar isso agora — ele disse.
— Sim.
— Sem margem.
— Nunca.
— Sem vazamento.
— Controlado.
Silêncio.
Curto.
Mas alinhado.
Ele pegou o celular.
Digitou rápido.
— Vou puxar os registros antigos.
— Não direto.
Ele parou.
Olhou para mim.
— Por quê