O nome ainda estava na tela.
Imóvel.
Pesado.
Como se ocupasse mais espaço do que deveria.
Arthur não perguntou de novo.
Mas eu senti.
A tensão no corpo dele.
O cálculo acelerando.
A necessidade de resposta.
— Quem? — ele disse, dessa vez mais baixo.
Mais direto.
Mais… sério.
Eu não respondi imediatamente.
Não por dúvida.
Mas porque aquele nome mudava mais do que o jogo.
Mudava a base.
— Antes de falar — eu disse — você precisa entender uma coisa.
O olhar dele se fixou no meu.
— Fala.
Inclinei l