Capítulo 12

Eu acordei antes do despertador.

De novo.

Mas dessa vez não foi o contrato que me tirou o sono.

Foi a lembrança.

O toque.

O olhar.

A forma como Arthur tinha se afastado como se estivesse puxando um freio que não queria usar.

Abri os olhos devagar.

O quarto ainda estava silencioso, perfeitamente organizado, impessoal demais para alguém que tinha acabado de se tornar minha casa.

Minha casa.

A palavra ainda não encaixava.

Levantei sem pressa.

Rotina.

Controle.

Era assim que eu voltava para o eixo.
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