O templo antigo de Veyradar era uma catedral de pedra viva, moldada pelas mãos do tempo e sussurros de deuses esquecidos. Runas pulsavam suavemente nas paredes, reagindo à presença de Elora, como se reconhecessem nela o sangue de Velora.
Mas era Darian quem o templo esperava.
Enquanto Elora tocava os murais, tentando decifrar as mensagens escondidas sob camadas de pó mágico, Darian sentia o chão tremer sob seus pés. Algo o chamava. Não como Zha’kar chamava — não era um grito de poder, mas um