O som das raízes crescendo como ossos antigos se arrastava pelas paredes do santuário, enquanto Lilith e Nyra seguiam Elandra por um corredor estreito, esculpido diretamente na pedra viva. A antiga sacerdotisa caminhava com reverência, os dedos tocando suavemente símbolos gravados nas paredes — inscrições que só reagiam ao toque de quem ainda carregava fé.
— Este caminho leva à Forja dos Ecos, um lugar onde armas não são apenas forjadas... são escolhidas — disse Elandra, sem olhar para trás. —