Madalena mal teve tempo de reagir ao barulho da cadeira tombando. Antes de alcançar o topo da escada de ferro, Elize já passava por ela feito um borrão, o rosto lavado em lágrimas.
— Elize? Ei, o que foi? — tentou segurar o braço da amiga, mas Elize se desvencilhou num gesto rápido, sem agressividade, mas carregado de urgência.
Como um furacão, empurrou a porta do café e sumiu pela calçada, deixando apenas o barulho do sino balançando e um rastro de preocupação.
Madalena olhou de relance