A manhã seguinte começou como tantas outras. Elize arrumou o avental sobre a blusa, prendeu o cabelo em um coque baixo e virou a plaquinha de FECHADO para ABERTO na porta de vidro do Café Velluto com um suspiro de costume.
As mesas da varanda ainda estavam vazias, mas o aroma doce dos pães de fermentação natural já dominava o ar. O som do sino da porta anunciava cada novo cliente com um tilintar familiar, quase reconfortante.
O movimento era constante, mas tranquilo. Elize se ocupava entre