O coração de Elize parecia bater mais rápido a cada quilômetro percorrido.
A estrada até a casa da irmã nunca lhe parecera tão longa, e, dessa vez, o nervosismo não tinha nada a ver com o trânsito.
No banco ao lado, Henrique dirigia em silêncio, uma mão firme no volante e a outra repousando de vez em quando sobre a dela, num gesto de cumplicidade.
— Vai dar certo — ele murmurou, percebendo o olhar inquieto dela pela janela. — Não estamos tirando nada do Gael, Elize. Estamos dando a ele al